Pese embora ter um blogue com uma única seguidora, não quero deixar de desejar a toda a Humanidade um Santo Natal e um Ano Novo com muita saúde e trabalho!
Como é um sentimento genuíno, só pode fazer bem!
:)))) <3
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Vi outra vez a Susan Boyle 1st audition.
Vi isto dezenas de vezes. É tudo junto: cinismo, hipocrisia, preconceito mas também simplicidade, humildade, vontade.
A Humanidade em poucos minutos. Arrepiante.
E hoje foi um dia a condizer com esse vídeo. Com os condimentos todos. Fui um pouco Susan Boyle, em modo fim aberto.
Vi isto dezenas de vezes. É tudo junto: cinismo, hipocrisia, preconceito mas também simplicidade, humildade, vontade.
A Humanidade em poucos minutos. Arrepiante.
E hoje foi um dia a condizer com esse vídeo. Com os condimentos todos. Fui um pouco Susan Boyle, em modo fim aberto.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Sete anos! Sete.
Cumprem-se hoje exactamente 7 anos sobre a morte do Zé Manel.
Uma parte de mim morreu com ele.
Tive de começar tudo outra vez: comigo própria , alguém completamente novo para mim.
Os meninos estão bem.
Eu estou.
Uma parte de mim morreu com ele.
Tive de começar tudo outra vez: comigo própria , alguém completamente novo para mim.
Os meninos estão bem.
Eu estou.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Escrevi assim em Maio último
Desculpe incomodar.
Não resisto a um comentário ao seu post sobre o "trabalho sexual" que, embora não directamente relacionado, me ocorreu.
Trabalho e trabalhador são expressões usadas muito frequentemente em textos formais e que me parecem, na maioria das vezes, carregados de um certo complexo de esquerda, muito Pós 25 de Abril, muito (infelizmente) medíocre e sempre muito reactivo (ainda reactivo!) após todos estes anos.
Isto a propósito de um documento muito recente, da autoria do ministério da saúde e relacionado com o SIADAP 3, um processo de avaliação de desempenho que vai ser aplicado aos médicos. Pois esse documento ( vale a pena ler) designa os médicos (sempre) como "trabalhadores médicos" o que me deixou entre o estupefacta ( pelo bafio da coisa) e o incrédula (por não acreditar que, tantos anos depois, o estigma permanece, em quem redige os textos da Lei). Porque se há trabalhadores médicos, provavelmente haverá médicos trabalhadores mas médicos só ( para efeitos de avaliação de desempenho) não poderá haver. Como sou médica, presumo que trabalhadora e embora defensora da necessidade de avaliação dos médicos por um sistema paritário e metodologicamente adequado, fico na dúvida se sou trabalhadora médica e portanto não tenho a certeza da minha existência para o sistema. Ficarei, no entanto, satisfeita se existirem trabalhadores professores, trabalhadores juristas, trabalhadores assistentes operacionais, trabalhadores engenheiros e todos os outros que, mesmo que trabalhem pouco, mereçam a designação, em texto com formato de Lei.
Desculpe ter levado com este comentário, que quereria mais curto mas hoje o dia foi mau e a resiliência ( tão fashion esta palavra, quanto vintage é a expressão "trabalhador médico"), essa, é muito difícil e cada vez mais penosa.
Melhores cumprimentos,
Paula Alves
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Estado de sítio
Em silêncio, como eu gosto. A Ru dorme e respira suavemente.
Estou um pouco melhor. Organizo-me devagarinho e tento perceber o espaço que me dão. É muito pouco, muito curto mas vou-me mexendo e descobrindo como posso fazer melhor.
Sobressalto-me com algumas coisas não resolvidas e provavelmente irresolúveis.
Vou avançando. Preciso vencer, de vez, a inexperiência e a ignorância . Minhas, as duas.
Estou um pouco melhor. Organizo-me devagarinho e tento perceber o espaço que me dão. É muito pouco, muito curto mas vou-me mexendo e descobrindo como posso fazer melhor.
Sobressalto-me com algumas coisas não resolvidas e provavelmente irresolúveis.
Vou avançando. Preciso vencer, de vez, a inexperiência e a ignorância . Minhas, as duas.
domingo, 5 de maio de 2013
Angustia
Estou mais uma vez angustiada...
Temo não ter tomado decisões certas e o país anda ao contrario de mim...
Temo não ter tomado decisões certas e o país anda ao contrario de mim...
quinta-feira, 28 de março de 2013
Em Outubro de 2008 escrevi assim:
MOMENTOS...
Escrevo-te já tarde, hoje. Porque me apeteceu subitamente.
Os meninos dormem e a casa está muito tranquila, a preparar mais um amanhã duro, cheio de horários, de compromissos e de pessoas que me pedem tempo (do meu tempo), o tal que não tenho para mim. Chegam e partilham alegrias (poucas), tristezas (muitas) e, nas horas velozes do meu dia, tenho, por esses motivos que me vão surgindo sem aviso prévio, variações emocionais que me desgastam muito e que fazem ter momentos como este, em que sinto uma angústia indizível.
Realço que não me estou a queixar. Não sei, no entanto, porque motivo me pedem as pessoas coisas incríveis, difíceis para mim (que não tenho tempo) e às quais anuo, com o meu melhor sorriso ( a minha bisavó Isabel, uma beirã rija e de olhos claros, dizia-me que um sorriso bonito fazia lembrar um anjo e anjo, na minha infância, era o mais parecido com beleza, bondade, ternura, paz e um pouco de magia).
A educação católica que recebi faz-me esperar (de forma mais ou menos pueril, admito) que estes "sacrifícios", que me percorrem o dia, tenham retorno para mim, numa qualquer espécie de graça, boa sorte, felicidade, eu sei lá...e penalizo-me por esta banalidade da minha existência ... e por não ter a grandeza necessária para me despir desta troca, que no fundo de mim espero diariamente. E que, claro está, não vem.
Nestes momentos (que classifico de idiotas, nesta minha resistência permanente à debilidade) percebo me faltam os meus (agora) fantasmas mais queridos. Os que povoam a minha vida. Aqueles que me deram carinho, segurança, alegria, amor e que me "fizeram" ser: os meus avós, o meu tio, o meu primo-irmão, o meu querido pai e o meu marido. Todos ausentes mas tão presentes na minha vida, que lhes consigo sentir a falta a cada momento.
Não me estou a queixar. Nem sequer a lamentar. Até porque estou certa que, em todo o meu dia, não transpareceu, uma única vez, tristeza, amargura, fragilidade, ou qulquer estado de alma mais próximo da melancolia.
Amanhã tudo se repetirá e todos voltarão a contar comigo. Porque sou fixe (como dizem os meus alunos) e uma mulher muito corajosa (como dizem todos os outros). Pois...
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
NEURA
Devo andar a perder tempo. E muito dinheiro. E neuronios. E a boa disposição . A culpa é toda minha.
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
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